Antes de qualquer instalação, todo projeto de energia solar passa por uma etapa de dimensionamento: calcular quantos módulos e qual capacidade de inversor são necessários para atender ao consumo do cliente, considerando a irradiação solar local.

Como funciona o dimensionamento, em linhas gerais

  1. Consumo médio: analisa-se o histórico de consumo mensal do cliente (kWh), geralmente com base nas últimas contas de energia.
  2. Irradiação local: a quantidade de energia solar disponível varia por região — quanto maior a irradiação média, menos módulos são necessários para gerar a mesma energia.
  3. Potência necessária: a partir do consumo e da irradiação, calcula-se a potência do sistema (em kWp) necessária para compensar o consumo.
  4. Escolha dos equipamentos: definem-se quantos módulos e qual inversor atendem à potência calculada, considerando também o espaço físico disponível.
  5. Estimativa de geração: projeta-se a geração mensal e anual esperada do sistema dimensionado.

Da simulação à proposta: onde o tempo se perde

Quando a simulação é feita em uma calculadora isolada — separada do restante do processo — os dados calculados (potência, equipamentos, geração estimada) precisam ser digitados novamente na proposta comercial e, mais adiante, no memorial descritivo para homologação. Cada uma dessas transcrições manuais é uma chance de erro e de tempo perdido.

Simulação integrada ao projeto

Quando a calculadora de dimensionamento faz parte do mesmo sistema que gera a proposta e, depois, os documentos de homologação, os dados calculados uma vez seguem automaticamente para as próximas etapas. Isso reduz o tempo entre o primeiro contato com o cliente e o envio da proposta comercial — e elimina divergências entre o que foi simulado e o que consta nos documentos técnicos.

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